Próximos passos
Madame: Ele reagiu. Finalmente começou a extravasar a sua raiva.
Macho: Tal como previmos que ia acontecer. Agora só temos de esperar que se esvazie dela para podermos começar a tentar que as coisas voltem a ser como eram.
Madame: As coisas nunca vão voltar a ser como eram. Sabíamos disso quando pusemos em prática este plano.
Macho: Eu sei, mas se nos esforçarmos talvez consigamos criar algo... algo bom outra vez. Estávamos bem, antes.
Madame: Estávamos num impasse e a perder terreno. Com todo o potencial e poder à nossa disposição neste mundo virtual e ainda assim continuávamos a ser arrastados para um esquecimento, um ser-indistinto.
Macho: Ouve, eu também não queria que as coisas acontecessem assim, mas os nossos motivos são genuínos apesar do que o Menino pode pensar neste momento. Se algum dia ele perceber isso, talvez possamos ser de novo uma família, quem sabe?
Madame: Só sei que continuamos em perigo e que esta espera não pode continuar por muito mais tempo.
Macho: Perigo?
Madame: O mesmo perigo de que me avisou há algum tempo atrás. Não reparou como trocámos de posição desde a nossa última conversa? Como os nossos papéis se inverteram? Era o Macho que devia estar a convencer-me da necessidade dos nossos actos.
Macho: A perda de identidade... Os nossos papéis continuam a ser demasiado semelhantes, ainda mais agora que partilhamos este plano. Porque será que não conseguimos divergir mais?
Madame: Meu caro, não caia no erro que lhe foi apontado ainda agora.
Macho: Ok, ok, um gajo também já não pode ser inseguro de vez em quando? Pronto, é só uma questão de tempo e as coisas até estão mais ou menos encaminhadas. Se não fizermos erros estúpidos ainda vamos sair por cima.
Madame: Não me pareceu muito convicente, querido Macho. Tem de crer naquilo que diz.
Macho: Tás a querer ensinar-me as regras da nossa existência, é?
Madame: Óptimo, assim está muito melhor.
Macho: Tal como previmos que ia acontecer. Agora só temos de esperar que se esvazie dela para podermos começar a tentar que as coisas voltem a ser como eram.
Madame: As coisas nunca vão voltar a ser como eram. Sabíamos disso quando pusemos em prática este plano.
Macho: Eu sei, mas se nos esforçarmos talvez consigamos criar algo... algo bom outra vez. Estávamos bem, antes.
Madame: Estávamos num impasse e a perder terreno. Com todo o potencial e poder à nossa disposição neste mundo virtual e ainda assim continuávamos a ser arrastados para um esquecimento, um ser-indistinto.
Macho: Ouve, eu também não queria que as coisas acontecessem assim, mas os nossos motivos são genuínos apesar do que o Menino pode pensar neste momento. Se algum dia ele perceber isso, talvez possamos ser de novo uma família, quem sabe?
Madame: Só sei que continuamos em perigo e que esta espera não pode continuar por muito mais tempo.
Macho: Perigo?
Madame: O mesmo perigo de que me avisou há algum tempo atrás. Não reparou como trocámos de posição desde a nossa última conversa? Como os nossos papéis se inverteram? Era o Macho que devia estar a convencer-me da necessidade dos nossos actos.
Macho: A perda de identidade... Os nossos papéis continuam a ser demasiado semelhantes, ainda mais agora que partilhamos este plano. Porque será que não conseguimos divergir mais?
Madame: Meu caro, não caia no erro que lhe foi apontado ainda agora.
Macho: Ok, ok, um gajo também já não pode ser inseguro de vez em quando? Pronto, é só uma questão de tempo e as coisas até estão mais ou menos encaminhadas. Se não fizermos erros estúpidos ainda vamos sair por cima.
Madame: Não me pareceu muito convicente, querido Macho. Tem de crer naquilo que diz.
Macho: Tás a querer ensinar-me as regras da nossa existência, é?
Madame: Óptimo, assim está muito melhor.

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